Por Rômulo Maia
As homenagens aos parentes e amigos falecidos têm forte presença na obra do poeta João Pereira. Era sua maneira de prestar solidariedade às famílias e registrar a lembrança dessas pessoas.
Em 1994, no dia 26 de agosto, faleceu Pereirinha, casado com Leonides, irmã caçula de João. O poeta, então com 95 anos, compôs um pequeno verso sobre o cunhado e remeteu à família, que residia na fazenda Canto Alegre, zona rural do município de Fronteiras.
Quase 14 anos depois, as palavras ainda estão na memória de Zé Pereirinha, 80 anos, filho de Pereirinha e Leonides. É ele quem relembra:
As homenagens aos parentes e amigos falecidos têm forte presença na obra do poeta João Pereira. Era sua maneira de prestar solidariedade às famílias e registrar a lembrança dessas pessoas.
Em 1994, no dia 26 de agosto, faleceu Pereirinha, casado com Leonides, irmã caçula de João. O poeta, então com 95 anos, compôs um pequeno verso sobre o cunhado e remeteu à família, que residia na fazenda Canto Alegre, zona rural do município de Fronteiras.
Quase 14 anos depois, as palavras ainda estão na memória de Zé Pereirinha, 80 anos, filho de Pereirinha e Leonides. É ele quem relembra:
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