Por Rômulo Maia
Pio IX (PI), 16 de fevereiro de 2018
A chuva é
irmã do riso,
parteira de sonhos,
mãe da vida
Ela chega de repente,
Tem roteiro impreciso.
Na certeza da acolhida,
Viaja mesmo sem aviso;
Traz na bagagem alegria,
A chuva é irmã do riso.
Sua pancada na terra
Tange pensar medonho.
Faz brotar esperança
Em coração tristonho.
A chuva cura, remedia,
É parteira de sonhos.
Semente posta no chão
Mais tarde vira comida.
De um verde lindo, viçoso,
Pintou a mata sofrida;
Renasceu bicho e gente,
A chuva é a mãe da vida.

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