Escrever é uma arte!


sexta, 26 de agosto de 2011 • 13:20

Por Josenildo Melo*

Com toda humildade, além do dom de Escrever, escrever nos dias atuais requer: concentração, tempo disponível, pesquisa, certa qualidade articular para não somente escrever mais também fazer com que inúmeras outras pessoas possam ter acesso ao que o escritor quer passar e repassar através das palavras. Uma coisa é certa, quem muito ler, com certeza é sempre capaz de escrever! Cada artigo, cada livro, cada pensamento escrito ele sai de acordo também com o dia-a-dia vivenciado por quem escreve! Quando estamos alegres é de um jeito, triste, de outro, e assim sucessivamente, de acordo com o ritmo e freqüência do tempo diário. Chegamos hoje ao Artigo de número 31º publicado aqui: http://www.portalaz.com.br/ Agradeço publicamente ao meu amigo Arimatéia Azevedo, aos Jornalistas Daiane Rufino, Rômulo Maia e a todos que fazem parte do PORTAL AZ. Escrevemos hoje sobre A RAZÃO!

Para Jacques Balmès, sacerdote catalão da primeira metade do século XIX, filósofo e teólogo, tomista, profundo conhecedor do pensamento escolástico, os grandes pensamentos não são plenos de raciocínio. Quase todas as descobertas, tanto as mais sublimes quanto as mais preciosas conquistas do espírito humano são devidas à inspiração; luz espontânea, misteriosa, que, de repente, ilumina a inteligência do homem sem que ele mesmo saiba sua proveniência. Um matemático prossegue com ardor a busca pela solução de um problema: ele não negligenciou nada; compreende a questão em todas as suas partes, e, todavia, seus esforços são infrutíferos; a solução não se lhe apresenta. Muda as figuras, opera com quantidades diferentes, tudo é inútil. Sua cabeça está fatigada; a pluma escapa de suas mãos; abandona seu trabalho, sem pensar mais no assunto. Diríamos ser um homem desencorajado após inúteis tentativas feitas para abrir uma porta (que permanece) fechada! Senta-se sozinho, esperando o que lhe venha do interior. De repente, uma luz se faz; a verdade que ele não mais procurava lhe vem à mente! O problema está resolvido. Esse matemático é Arquimedes, que saindo às ruas de Syracusa gritava “Descobri!”. Após longas horas dedicadas à meditação, ele chega frequentemente a uma conclusão quando o espírito esgotado suspende seus esforços, e se detém bem longe ainda do fim ao qual deseja chegar. É durante esse período – de modo imprevisto, no meio de uma distração – que a verdade procurada, vem se lhe oferecer. Segundo http://pensador.uol.com.br/autor/arquimedes/biografia/ Arquimedes foi Matemático e físico grego. Nasceu em Siracusa-Sicília, por volta do ano 287 a.C. Quando jovem muda-se para Alexandria, centro da atividade matemática. De volta à sua pátria, entrega-se por completo aos estudos científicos; são bastantes as suas obras que chegaram até aos nossos dias. Na matemática, destacam-se Da Esfera e do Cilindro, A Medida do Círculo e Das Linhas Espirais. Em mecânica há que citar, Do Equilíbrio dos Planos e Dos Corpos Flutuantes. A invenção mecânica de Arquimedes mais conhecida é a bomba de água em parafuso, construída para irrigar campos, drenar charcos e retirar água de porões de navios.

Passamos muito longe de Arquimedes! Gostamos de matemática; não sei se escrevo bem e com estilo, mas ESCREVER É UMA ARTE! Acreditamos que o ato de escrever não depende somente da razão; pois o fato de não costumarmos depender somente da mesma, muitas e inúmeras vezes, todos os nossos artigos foram escritos depois de uma boa oração meditada, onde já não encontrávamos à Luz da Razão algo para escrever! Humildemente, obrigado a todos pela leitura; e continuem lendo!


*Josenildo Melo é católico praticante, ex-aluno do Colégio Diocesano, bacharel em Serviço Social e servidor público estadual

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